domingo, 4 de setembro de 2011

Sinto cheiro de ar puro.
Minha alma se renova a cada dia que passa, velhas caixas são jogadas fora. Retiro a poeira de meus livros e sinto-me orgulhosa de meus avanços, de quem eu venho me tornando. Olho mais para o meu centro, tenho tentado me conhecer como nunca consegui. Aos poucos tiro as mãos que cobrem meu rosto sempre tão tímido, busco ajuda não sei onde e lá mesmo encontro. Ainda tenho grandes receios, mas meu peito agora floresce amor. Respiro um ar quente, fresco, leve que tem cheiro de poesia e novidade. Um mundo novo me aguarda e estou prestes a embarcar nisso tudo, como uma Alice do novo século eu piso em falso nesses caminhos, cheia de dúvidas, procurando sempre me achar onde não estou e estar onde não me acho.